Gênero e
Relações Internacionais
Fundamentos teóricos, debates contemporâneos e implicações analíticas para compreender o poder, a segurança e a produção de conhecimento na política internacional.
Um curso para compreender como as disputas de poder também passam pelas estruturas que definem quem é visto, quem é ouvido e quem permanece à margem da política internacional.
Gênero e Relações Internacionais: teoria crítica, poder e novas perspectivas de análise
O campo das Relações Internacionais foi historicamente construído a partir de categorias, experiências e sujeitos que se apresentaram como universais, mas que expressam recortes específicos de poder, localização e autoridade. Pensar gênero nas RI não significa adicionar um novo tema à disciplina. Significa questionar seus silêncios, revisar seus pressupostos e ampliar o que pode ser visto, interpretado e debatido na política internacional.
Este curso oferece uma introdução crítica às abordagens de gênero nas Relações Internacionais, articulando debates sobre interseccionalidade, colonialidade, teoria queer, segurança, diplomacia e produção de conhecimento. A proposta é formar uma leitura mais plural, rigorosa e contemporânea do campo internacional, conectando teoria e análise em torno de questões centrais do século XXI.
Fundamento teórico
O curso apresenta o lugar do gênero na teoria de Relações Internacionais e mostra como essa categoria transforma a leitura de conceitos centrais como poder, soberania, guerra e ordem.
Crítica aos silenciamentos
A formação examina ausências históricas do cânone disciplinar e discute como determinadas experiências foram marginalizadas na produção do conhecimento internacional.
Perspectiva decolonial
O curso discute como colonialidade, raça e hierarquia global atravessam a disciplina e por que uma leitura decolonial é decisiva para repensar o campo das RI.
Interseccionalidade
A proposta aborda as conexões entre gênero, raça e classe como dimensões articuladas da política internacional, ampliando a capacidade de análise de desigualdades e estruturas de poder.
Teoria queer e dissidência
O curso introduz o diálogo entre teoria queer e Relações Internacionais, explorando críticas à normatividade, às identidades fixas e às fronteiras rígidas do pertencimento político.
Objetivo da formação
Desenvolver uma compreensão crítica e mais plural da política internacional, oferecendo ferramentas conceituais para interpretar segurança, diplomacia, cooperação e produção de conhecimento.
Uma formação crítica conduzida por pesquisa, docência e reflexão social
O curso é conduzido por uma docente com trajetória acadêmica dedicada às Ciências Sociais, às Relações Internacionais e aos debates sobre raça, gênero, migrações e pensamento crítico.
Uma abordagem que articula teoria, crítica social e leitura qualificada das estruturas de poder que atravessam a política internacional.
Bruna Ribeiro Troitinho é doutora em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Santa Maria e bacharela em Relações Internacionais pela mesma instituição. Sua formação reúne o campo das Relações Internacionais e das Ciências Sociais em uma trajetória que favorece o diálogo entre teoria política, crítica social e análise das hierarquias que organizam a vida internacional.
Atualmente, atua como Professora Assistente de Antropologia, Ciência Política e Sociologia na Universidade do Estado do Pará. Sua experiência docente e de pesquisa está voltada a temas fundamentais para a compreensão crítica do mundo contemporâneo, com destaque para relações étnico raciais, feminismo negro, migrações e pensamento social haitiano.
Essa trajetória confere ao curso uma perspectiva intelectualmente rigorosa e sensível às desigualdades históricas, às disputas por reconhecimento e às formas pelas quais gênero, raça, classe e colonialidade atravessam a produção do conhecimento e a política internacional.
“Pensar gênero nas Relações Internacionais é ampliar o campo, revisar seus silêncios e compreender com mais profundidade quem produz poder, conhecimento e exclusão no mundo contemporâneo.”
Programação do Curso
Gênero e Relações Internacionais: fundamentos, debates e aplicações
Uma programação pensada para apresentar, de forma crítica e estruturada, os principais debates sobre gênero no campo das Relações Internacionais, articulando teoria, epistemologia, poder, colonialidade, interseccionalidade e dissidência.
Gênero na Teoria de Relações Internacionais
Introdução às abordagens feministas e de gênero no campo das Relações Internacionais, com atenção aos silenciamentos históricos da disciplina e aos limites de seus pressupostos tradicionais.
Perspectivas Decoloniais de Gênero e o campo das Relações Internacionais
Debate sobre como a crítica decolonial permite repensar a formação eurocêntrica das Relações Internacionais e desnaturalizar as hierarquias que estruturam a política global.
Interseccionalidade e Relações Internacionais
Apresentação da interseccionalidade como ferramenta crítica para compreender a articulação entre diferentes estruturas de desigualdade na política internacional.
Teoria Queer e Relações Internacionais
Debate sobre como a teoria queer amplia os horizontes das Relações Internacionais ao questionar normas, identidades fixas e categorias estabilizadas de pertencimento político.
Garanta sua vaga no curso
Uma formação crítica para compreender como gênero, raça, classe, colonialidade e dissidência atravessam a política internacional contemporânea.
Aulas ao vivo em 24, 25, 26, 27 e 31 de março, sempre às 20h00, com acesso às gravações por 1 ano para você acompanhar também no seu ritmo.
Ao vivo para quem deseja participar dos encontros. Flexível para quem precisa estudar com mais autonomia.
Para quem está em formação e deseja aprofundar o debate sobre gênero e Relações Internacionais com acesso completo ao curso em condição diferenciada.
Condição destinada a estudantes, sujeita a elegibilidade quando aplicável.
Para profissionais, pesquisadores, docentes e interessados que desejam incorporar novas perspectivas críticas à análise da política internacional.
Condição promocional por tempo limitado.
Dúvidas frequentes sobre Gênero e Relações Internacionais
Respostas para ajudar você a compreender melhor a proposta do curso, o formato das aulas e a experiência de estudo.
Não. As aulas ao vivo acontecem nos dias 24, 25, 26, 27 e 31 de março, às 20h00, mas você também poderá acompanhar o curso no seu ritmo. As gravações ficam disponíveis no painel do aluno por 1 ano, o que garante flexibilidade para quem não puder participar ao vivo ou quiser revisar o conteúdo com mais calma.
Você terá acesso por 1 ano ao curso no painel, incluindo as gravações das aulas e os materiais complementares disponibilizados ao longo da formação. Isso permite estudar com mais liberdade e retornar aos conteúdos sempre que necessário.
Sim. Ao concluir o curso e realizar as atividades previstas, você receberá um certificado de 10 horas. O certificado integra a proposta formativa do curso e reconhece a participação na formação.
O curso combina as duas dimensões. Ele oferece uma base teórica sólida, com discussões sobre gênero, interseccionalidade, colonialidade e teoria queer, e ao mesmo tempo mostra como essas abordagens ampliam a análise de temas concretos como segurança, diplomacia, produção de conhecimento e política internacional contemporânea.
O curso é indicado para estudantes, pesquisadores, docentes, profissionais e interessados em política internacional que desejam compreender de forma mais crítica as relações entre gênero e Relações Internacionais. Também é especialmente relevante para quem atua ou estuda temas como direitos humanos, cooperação internacional, migrações, segurança, política externa e produção de conhecimento.
Não. O curso foi estruturado para acolher tanto quem está tendo um primeiro contato com esses debates quanto quem já possui familiaridade com o tema e deseja aprofundar a reflexão. A proposta é construir a formação de maneira clara, organizada e intelectualmente consistente.
Sim. As aulas ao vivo são também uma oportunidade de interação, com espaço para dúvidas, observações e aprofundamentos. Ainda assim, quem acompanhar pelas gravações terá acesso ao conteúdo completo e poderá estudar com tranquilidade, no próprio ritmo.
Além das aulas ao vivo e das gravações, o curso conta com guia de estudos e materiais complementares, organizados para apoiar o aprofundamento dos conteúdos. Os participantes também poderão integrar o grupo exclusivo vinculado à experiência do curso.
O curso amplia o repertório teórico e analítico ao mostrar que gênero não é um tema periférico, mas uma dimensão central para compreender poder, exclusão, segurança, diplomacia e hierarquias globais. Trata se de uma formação que ajuda a construir uma leitura mais plural, crítica e contemporânea da política internacional.
Após a confirmação da matrícula, o curso é disponibilizado no painel do aluno. É por lá que você acessa as aulas, as gravações e os materiais complementares. Assim, toda a experiência fica organizada em um único ambiente, com mais praticidade para acompanhar a formação.
Se ainda restar alguma dúvida, você pode falar com a equipe. A proposta é que você tenha segurança para se inscrever e tranquilidade para aproveitar a formação no seu ritmo.
Gênero e Relações Internacionais: uma leitura mais crítica, plural e contemporânea do mundo
Este curso foi pensado para quem deseja compreender como gênero, raça, classe, colonialidade e dissidência atravessam o campo internacional, reorganizam agendas de poder e ampliam os horizontes da análise em Relações Internacionais.
Uma formação para quem quer estudar com rigor, aprofundar o repertório crítico e compreender a política internacional para além dos enquadramentos tradicionais da disciplina.
Revista Relações Exteriores
Plataforma brasileira dedicada à análise crítica da política internacional, à formação qualificada em Relações Internacionais e à construção de espaços de debate intelectual sobre os grandes temas do cenário global contemporâneo.
A Revista Relações Exteriores integra ensino, reflexão crítica e análise do cenário internacional para ampliar a formação de estudantes, pesquisadores e profissionais do campo.