Este artigo analisa a interdependência entre a crise climática e a segurança pública na cidade de Manaus, capital do estado do Amazonas, sob a ótica dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima) e 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes). Argumenta-se que os eventos climáticos extremos, como secas e cheias severas, não são apenas desastres ambientais, mas também catalisadores de vulnerabilidades socioeconômicas que fomentam a violência e fortalecem a governança criminal. A pesquisa, de base bibliográfica e documental, demonstra a sobreposição entre áreas de risco ambiental, territórios de atuação de facções e a expansão de economias ilícitas, como o narcotráfico e crimes ambientais. Conclui-se que a formulação de políticas de segurança pública eficazes para Manaus demanda uma abordagem integrada, que incorpore estratégias de adaptação climática, investimento em infraestrutura resiliente e o combate às causas estruturais da violência, alinhando a agenda de segurança à agenda ambiental.
Sumário
Introdução
A cidade de Manaus, localizada na confluência dos rios Negro e Solimões, constitui um relevante objeto de estudo sobre as interações entre desenvolvimento urbano, segurança pública e emergência climática na Amazônia. Este artigo analisa a complexa intersecção dessas duas crises sob a ótica dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, adotando o ODS 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes) e o ODS 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima) como marcos analíticos complementares, sendo o primeiro voltado à análise da segurança pública e o segundo à compreensão de como as mudanças climáticas ampliam vulnerabilidades socioeconômicas. A tese central deste trabalho sustenta que a degradação ambiental e a crescente frequência de eventos climáticos extremos em Manaus não representam apenas uma crise ecológica, mas funcionam como um catalisador para a insegurança e a violência, comprometendo o avanço das metas de paz e justiça na região.
Sendo um polo logístico e industrial, a capital do Amazonas opera como um corredor estratégico para o crime organizado, que utiliza a extensa malha fluvial para atividades ilícitas, incluindo o narcotráfico e crimes ambientais. Concomitantemente, a cidade experimenta os impactos diretos da crise climática, manifestados em secas severas que afetam a navegabilidade e o abastecimento, e em eventos de precipitação extrema que resultam em inundações e deslocamentos. A poluição atmosférica decorrente das queimadas na região agrava as condições de saúde pública e evidencia a conexão indissociável entre o equilíbrio ambiental e o bem-estar da população. Neste contexto, a desestruturação socioeconômica de comunidades vulnerabilizadas pela instabilidade climática amplia as condições para a cooptação por grupos criminosos e para a emergência de conflitos, o que demanda uma abordagem integrada entre as políticas de segurança pública e as estratégias de adaptação e mitigação climática.
O Cenário da Segurança Pública em Manaus e os desafios ao ODS 16
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 16 (ODS 16) visa “promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis”. Em Manaus, a concretização dessas metas enfrenta obstáculos significativos, diretamente associados à sua posição geográfica e ao seu papel como um centro urbano e logístico na Amazônia. A cidade funciona como um entreposto fundamental para facções criminosas de alcance nacional e transnacional, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), que disputam o controle da chamada “Rota do Solimões”, um dos principais corredores para o escoamento de cocaína e outras drogas produzidas em países andinos.
Essa dinâmica posiciona Manaus como um campo de batalha territorial, resultando em elevados índices de violência letal. A complexidade dessa violência transcende a simples disputa por rotas, evoluindo para o que Feltran (2020) conceitua como uma “governança criminal”. Nesse modelo, as facções não apenas gerenciam o fluxo de mercadorias ilícitas, mas também impõem um sistema de regras, tributos e sanções nas comunidades periféricas onde o Estado é ausente ou ineficaz. Elas regulam desde pequenos comércios até a vida social dos moradores, substituindo o poder estatal e criando uma ordem social paralela. Embora dados recentes do Monitor da Violência apontem para uma redução no número de mortes violentas intencionais no estado do Amazonas, a violência assume formas mais complexas e difusas, como o desaparecimento forçado, a extorsão e o recrutamento massivo de jovens.
A estrutura do crime organizado é multifacetada. Conforme aponta o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (2023), as mesmas redes que operam o narcotráfico se ramificam para crimes ambientais, como a extração ilegal de madeira, o garimpo e a grilagem de terras, utilizando a mesma logística violenta e as mesmas rotas fluviais para operar. A vasta e porosa fronteira fluvial e terrestre da região impõe severos desafios à capacidade das instituições de segurança de fiscalizar e controlar esse fluxo. Os rios, que servem como as principais vias de transporte para a população local, são também as “estradas” do crime, dificultando a aplicação da lei e a proteção de comunidades remotas e populações indígenas. Nesse contexto, a fragilidade institucional e a dificuldade de garantir o acesso à justiça em todo o território minam diretamente as metas do ODS 16, criando um ambiente onde a ilegalidade e a violência prosperam em simbiose com a degradação ambiental.
A Crise Climática em Manaus e as implicações do ODS 13
O ODS 13 exorta à tomada de “medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos”. Em Manaus, esses impactos não são uma ameaça futura, mas uma realidade presente e cada vez mais severa. A cidade tem experimentado uma intensificação de eventos climáticos extremos que alteram drasticamente a paisagem e a vida de seus habitantes. De um lado, secas históricas, como a registrada em 2023, levaram o nível do Rio Negro a mínimas recordes, comprometendo a navegabilidade, que é vital para o transporte de pessoas e mercadorias, gerando uma crise de abastecimento em dezenas de municípios que dependem de Manaus.
Do outro lado, a cidade também enfrenta o problema de chuvas extremas e concentradas, que sobrecarregam um sistema de drenagem urbana deficiente e causam inundações e alagamentos recorrentes. Essas cheias atingem principalmente as áreas de ocupação irregular, conhecidas como “palafitas”, localizadas às margens de igarapés. A população dessas áreas, já em situação de vulnerabilidade socioeconômica, sofre perdas materiais, fica exposta a doenças de veiculação hídrica e enfrenta o trauma do deslocamento forçado.
Essa vulnerabilidade é amplificada por fatores antropogênicos locais e regionais. O desmatamento e as queimadas na bacia amazônica, impulsionados pela expansão da fronteira agrícola e por atividades ilegais, alteram o regime de chuvas e contribuem para a elevação da temperatura. Em períodos de seca, a fumaça densa proveniente dos incêndios florestais cobre a cidade, resultando em uma drástica piora da qualidade do ar e em um aumento significativo de doenças respiratórias. Portanto, a crise climática em Manaus se manifesta como um ciclo vicioso: a degradação ambiental regional intensifica os eventos extremos, e a infraestrutura urbana inadequada potencializa os danos sociais e econômicos, tornando a ação climática (ODS 13) uma necessidade urgente para a garantia da estabilidade social.
A Interseção das Crises: Como a Dinâmica Climática fomenta a Violência
A relação entre a crise climática e a segurança pública em Manaus não é uma mera coincidência, mas uma simbiose perversa onde um problema alimenta o outro. A degradação ambiental e a instabilidade social criam um ciclo vicioso que fortalece o crime organizado e aumenta a violência, tornando o território e sua população duplamente reféns. Essa dinâmica pode ser analisada em três eixos principais.
Primeiramente, os desastres naturais recorrentes geram desordem social e econômica. A seca histórica de 2023, por exemplo, foi um evento de ampla repercussão. Além de comprometer o abastecimento de água potável e alimentos para centenas de milhares de pessoas, a baixa dos rios paralisou a principal artéria logística da região. A Agência Brasil (2023) reportou que a interrupção da navegação ameaçou a produção do Polo Industrial de Manaus, com perdas estimadas em bilhões, e impactou diretamente o emprego e a renda da população. Essa desorganização socioeconômica aguda, somada à perda de moradias durante as cheias, eleva o estresse social e a vulnerabilidade, especialmente em áreas como as zonas Norte e Leste de Manaus. Conforme apontam Silva e Souza (2020), é precisamente nesses contextos de carência e ausência de oportunidades que a cooptação de jovens por facções criminosas se torna mais eficaz, pois o crime se apresenta como uma das poucas alternativas de subsistência e status.
Em segundo lugar, há uma sobreposição direta entre o crime ambiental e a violência armada. A Amazônia tornou-se um “hotspot” global de crimes ambientais, onde a exploração ilegal de recursos está ligada a redes de corrupção, lavagem de dinheiro e violência (GLOBAL INITIATIVE AGAINST TRANSNATIONAL ORGANIZED CRIME, 2025). As mesmas redes que lucram com o narcotráfico diversificam suas atividades, utilizando a violência para garantir o controle territorial, intimidar ativistas e comunidades locais, e afastar a fiscalização (INTERNATIONAL CRISIS GROUP, 2023). A luta contra o desmatamento, portanto, não é apenas uma pauta ambiental, mas uma questão de soberania e segurança. Como alertam Azevedo e Shiraishi (2022), o avanço sobre a floresta fortalece estruturas de poder paralelas que desafiam o Estado e corroem o tecido social.
Por fim, a crise climática amplifica as vulnerabilidades de grupos específicos. Por exemplo, em Manaus, a população que vive em áreas de alto risco para desastres hidrogeológicos é majoritariamente composta por mulheres, jovens e pessoas negras ou pardas (INFOAMAZONIA, 2025), que sofrem de forma desproporcional com os impactos. A cooptação de jovens é um fenômeno crítico; a participação em atividades criminosas muitas vezes se apresenta como a única via de ascensão econômica para aqueles que vivem em bairros com pouca ou nenhuma presença do Estado (FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA, 2023). Além disso, a degradação ambiental e a violência associada ameaçam diretamente os territórios e os modos de vida de povos indígenas, que são guardiões essenciais da floresta (BARBER, 2025).
Tabela 1 – Matriz de conexão entre eventos climáticos e impactos na Segurança em Manaus
| Eixo de Análise | Evento Climático/ Ambiental (ODS 13) | Impacto Socioeconômi-co Direto | Consequência para a Segurança Pública (ODS 16) | Fontes de Referência |
|---|---|---|---|---|
| Desordem Social e Econômica | Secas severas (ex: 2023) e isolamento de comunida-des. | Crise de abasteci-mento, paralisação da indústria, perda de renda e empregos. | Aumento da vulnerabili-dade social, facilitando a cooptação de jovens por facções criminosas. | AGÊNCIA BRASIL, 2023; SILVA; SOUZA, 2020. |
| Vulnerabi-lidade Urbana | Chuvas extremas e inundações em áreas de palafitas. | Perda de moradias, desloca-mento forçado, exposição a doenças. | Aumento do estresse social em áreas periféricas, enfraque-cimento dos laços comunitá-rios e expansão do controle territorial por facções. | RIOS DE NOTÍCIAS, 2025; INFOAMAZONIA, 2025. |
| Economias Ilícitas | Desmata-mento e queimadas para abertura de rotas e exploração. | Degrada-ção de recursos naturais, poluição do ar e ameaça a territórios tradicio-nais. | Fortaleci-mento de redes de crimes ambientais e narcotráfi-co, que utilizam a violência para garantir o controle de rotas e territórios. | INTERNATIONAL CRISIS GROUP, 2023; AZEVEDO; SHIRAISHI, 2022. |
| Governança Criminal | Dificuldade de acesso e fiscalização do Estado em áreas remotas, agravada por eventos climáticos. | Criação de “vácuos de poder” e ausência de serviços públicos essenciais. | Facções assumem o papel de “governan-ça”, impondo regras, controlan-do a vida social e econômica e substituin-do o Estado. | FELTRAN, 2020; FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA, 2023. |
Fonte: Elaborado pela autora (2025).
Conclusão: Por uma Segurança integrada ao clima
A análise da conjuntura de Manaus sob a ótica dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 13 e 16 revela de forma inequívoca que a segurança pública e a estabilidade climática são interdependentes. A tese central deste artigo, de que a crise climática atua como um catalisador da violência e da insegurança na capital amazonense, foi corroborada pela análise da sobreposição entre vulnerabilidades sociais, eventos climáticos extremos e a atuação de economias ilícitas. A violência em Manaus não pode ser compreendida ou combatida eficazmente sem considerar os fatores ambientais que a exacerbam.
As secas, cheias e queimadas não são apenas desastres naturais. São eventos que desestruturam a base socioeconômica de comunidades inteiras, tornando-as presas fáceis para a dinâmica do crime organizado, que se beneficia da desordem para expandir seu controle territorial e diversificar suas atividades ilícitas. A luta pelo controle de rotas fluviais e terrestres, essenciais tanto para o narcotráfico quanto para crimes ambientais como o garimpo e a extração ilegal de madeira, evidencia que a proteção da Amazônia é, em si, uma estratégia de segurança pública.
Diante deste cenário, torna-se imperativa a adoção de políticas públicas que integrem as agendas de segurança, meio ambiente e desenvolvimento social. Ações isoladas são insuficientes. A complexidade da “governança criminal” (FELTRAN, 2020) e a natureza transnacional das economias ilícitas (GLOBAL INITIATIVE, 2025) exigem uma resposta coordenada e inteligente do Estado, que vá além da simples repressão. Propõe-se, portanto, uma abordagem multifacetada que inclua:
- Fortalecimento da fiscalização integrada: Unir esforços entre órgãos de segurança pública e ambientais para combater as economias ilícitas em suas múltiplas frentes, focando na descapitalização das redes criminosas.
- Investimento em infraestrutura urbana resiliente: Implementar um plano de adaptação climática para Manaus, com foco na proteção de áreas de risco, saneamento básico e moradia digna, reduzindo a vulnerabilidade das populações mais expostas aos desastres.
- Criação de programas sociais para a juventude: Desenvolver políticas de educação, cultura e esporte em bairros periféricos, oferecendo alternativas concretas à cooptação pelo crime.
Em suma, responder aos desafios do ODS 16 em Manaus exige um compromisso sério com as metas do ODS 13. A construção de uma paz duradoura e de instituições justas na Amazônia passa, necessariamente, pela construção de uma relação sustentável e resiliente com o seu ecossistema.
Referências
AGÊNCIA BRASIL. Seca no Amazonas afeta mais de 630 mil pessoas. Agência Brasil, 25 out. 2023. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-10/seca-no-amazonas-afeta-mais-de-630-mil-pessoas. Acesso em: 04 ago. 2025.
AZEVEDO, R.; SHIRAISHI, S. Ocupação de facções criminosas na Amazônia é ameaça à soberania. UOL Notícias, 29 ago. 2022. Disponível em: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-reuters/. Acesso em: 04 ago. 2025.
BARBER, Charles “Chip”. Organized Crime in The Amazon: A Growing Threat to the World’s Greatest Tropical Rainforest. WRI’s Global Forests Program, 2025. Disponível em: https://www.wri.org/insights/nature-crime-amazon-deforestation. Acesso em: 03 ago. 2025.
BRASIL URGENTE. Seca e guerra pelo tráfico de drogas na Amazônia. YouTube, 24 out. 2023. Disponível em: https://www.youtube.com/results?search_query=brasil+urgente+seca+amazonia+2023. Acesso em: 11 ago. 2025.
CARTA CAPITAL. Seca no Amazonas já afeta 10 mil pessoas e pode ser a maior da história. Carta Capital, 2024. Disponível em: https://portalssa.com.br/seca-no-amazonas-ja-afeta-10-mil-pessoas-e-pode-ser-a-maior-da-historia-politica -cartacapital/. Acesso em: 11 ago. 2025.
FELTRAN, G. Irmãos: Uma história do PCC. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. Cartografias da Violência na Amazônia. São Paulo: FBSP, 2023. Disponível em: https://publicacoes.forumseguranca.org.br/items/ca0bcac7-31b6-4123-adb1-2a6fc5c0b95d/full. Acesso em: 27 mar. 2026.
GLOBAL INITIATIVE AGAINST TRANSNATIONAL ORGANIZED CRIME. Environmental crimes in the Amazon: A Growing Threat to the World’s Greatest
Tropical Rainforest. Global Initiative, 2025. Disponível em: https://globalinitiative.net/analysis/environmental-crimes-in-the-amazon/.
Acesso em: 23 mar. 2026.
INFOAMAZONIA. População mais vulnerável a eventos climáticos na Amazônia está nas áreas urbanas e vive em favelas. InfoAmazonia, 2025. Disponível em: https://infoamazonia.org/2025/06/30/populacao-mais-vulneravel-a-eventos-climaticos-na-amazonia- esta-nas-areas-urbanas-e-vive-em-favelas/. Acesso em: 20 mar. 2026.
INTERNATIONAL CRISIS GROUP. Crimes against the Climate: Violence and Deforestation in the Amazon. Crisis Group, 2023. Disponível em: https://www.crisisgroup.org/cmt/latin-america-caribbean/brazil-colombia/crimes-against-climate-violence-and-deforestation-amazon. Acesso em: 27 mar. 2026.
REINACH, S.; SOBRAL, I. Violência e desmatamento caminham juntos na Amazônia. Uol, 2021. Disponível em: https://facesdaviolencia.blogfolha.uol.com.br/2021/01/28/violencia-e-desmatamento-caminham-juntos-na-amazonia/Acesso em: 06 ago. 2025.
RIOS DE NOTÍCIAS. Consequências das chuvas em Manaus são reflexo da má gestão e mudanças climáticas, apontam especialistas. Rios de Notícias, 2025. Disponível em: https://www.riosdenoticias.com.br/consequencias-das-chuvas-em-manaus-sao-reflexo-da-ma-gestao-e-mudancas-climaticas-apontam-especialistas/. Acesso em: 26 mar. 2025.
SILVA, M. L. A.; SOUZA, A. B. M. Vulnerabilidade social, indicadores socioeconômicos e de criminalidade em Manaus-AM. In: A Sociedade em Foco: Abordagens e Inovações nas Ciências Sociais Aplicadas. Ponta Grossa: Atena Editora, 2020. p. 1-12. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/337206726. Acesso em: 25 mar. 2026.
Administradora, Internacionalista & Acadêmica em Economia pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Mestranda Profissional em Segurança Pública, Cidadania e Direitos Humanos pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA).